
Alessandro Rangel especialista em condomínios Jardins
25 anos na mesma quadra. O melhor negócio começa muito antes da visita.
- anos no mercado imobiliário
- 25
- especialidade declarada
- Jardins
- eixo que acompanha
- GO-020
- CRECI-GO, registro ativo
- 10.037
- em VGV negociado
- R$ 1 bi

Goiânia · GoiásEixo GO-020
De vendedor a especialista
Ele começou vendendo imóveis e, ao longo de vinte e cinco anos, transformou experiência de mercado em especialização. Hoje seu nome está diretamente associado aos condomínios horizontais e aos Jardins, em Goiânia e região.
25 anos no mesmo território
A carreira foi construída no mercado imobiliário de Goiânia e região, com especialização em condomínios horizontais de médio e alto padrão. Ao longo de vinte e cinco anos, acompanhou de perto a transformação urbana da cidade, em especial o crescimento dos grandes corredores imobiliários como a GO-020.
Tempo suficiente para ver quadras inteiras nascerem, valorizarem e mudarem de perfil. E, mais importante, para saber quais movimentos se repetem.
Do produto ao momento certo
Nesse período não ficou apenas na posição de vendedor. Desenvolveu conhecimento profundo sobre lotes, casas, lançamentos, revendas e oportunidades de investimento.
A diferença está aí: entender o produto é o básico. O que decide um bom negócio é entender o momento certo de comprar, de vender e de investir.
Os Jardins e a FGR
A relação com a FGR e com os condomínios Jardins tornou-se uma das principais marcas da carreira. Conhece os empreendimentos por dentro, acompanha lançamentos e remanescentes, e entende as diferenças entre localização, implantação, valorização e perfil de cada condomínio.
São endereços parecidos no folheto e diferentes na prática. Saber onde está essa diferença é o que separa uma visita bem gasta de um sábado perdido.
Corretor, investidor e morador
Outro diferencial da trajetória é que ele não conhece esse mercado só pelo lado de quem vende. Mora em condomínio horizontal, no mesmo tipo de endereço que apresenta, e também se posiciona como investidor.
Isso muda a conversa. Ele conhece o dia a dia de quem mora: a rotina da portaria, o que a taxa entrega de verdade, como a vizinhança se forma ao longo dos anos. E analisa cada oportunidade pensando em patrimônio e valorização, não em fechar a venda da semana.
Quem já pôs o próprio dinheiro num condomínio, e ainda dorme dentro de um, faz outras perguntas antes de recomendar o de alguém.
Como trabalho
Entender antes de mostrar
A primeira conversa não é sobre imóvel. É sobre rotina, deslocamento, tamanho de família e horizonte de permanência. Sem isso, qualquer visita é chute.
Curadoria, não catálogo
Trabalho com poucas unidades por vez, todas visitadas. O que não recomendaria para alguém da minha família não entra na lista.
O que ninguém conta
Histórico real de revenda do condomínio, obras previstas, perfil da vizinhança e taxa de condomínio comparada ao que ela entrega. É onde a decisão realmente se define.
